Em homenagem de Eugénio de Andrade, o grande poeta do amor, deixo-vos este texto que escrevi para um fado morna canção:
Morena bonita desce a calçada em Lisboa.
Seus cabelos cheiram a coco, sua pele de cetim
É flor do mato, fita do Senhor do Bonfim.
Seus olhos são piropos de Alfama à Madragoa.
Mulata bonita,
Não sabe quem é
todo seu corpo se agita
Quando ouve o djambé.
Mulata bonita,
Não sabe quem é.
Aqui nasceu,
Aqui cresceu.
Toda ela s'agita
Quando ouve o djambé.
«mha crecheu!»
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